raul_avlis
Primeiramente ja tava esperando esse game há meses, e tava mil meu hypem e jogo finalmente chegou e cara entregou muito doq prometeu, se você jogou a dema e gostou o game vai ser um absurdo de bom, ate agora pelo que lançaram ta bom, unica reclamação que tenho é que as vezes nas cutscene dar umas engasda mas fora isso o game é 10/10
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djveltrof
Eu não tinha grandes expectativas com este jogo. Veterano de Battlefield, jogando todos desde Bad Company 2, vi o Apice do que BF poderia ser no BF4, me emicionei com a obra de arte que era o 1 e presencial o declinio que se iniciou no V. Quando vi o trailer o 6, tive uma pequena mas cuidadosa esperança de que talvez o jogo voltasse para sua raiz, mas foi só quando de fato comecei a jogar que tive a conclusão: Infelizmente estou desapontado, mas não surpreso. 1. Mapas muito pequenos para um Battlefield. 64 jogadores por mapa é o minimo que se espera de um jogo estilo battlefield, mas no 6, esse é o tamanho máximo do mapa. O que faz com que a sensação seja forte de ambiente confinado e pouca variedade de estilo de jogos. 2. Pouca imersão. Um dos diferenciais para mim nos BFs sempre foi a direção de arte e audio, principalmente audio onde voce pode ouvir os soldados entrando em panico quando você atira neles, por exemplo. O pico desse tipo de imersão foi o Battlefield 1, que fez melhor que qualquer outro jogo que ja vi. Porém no battlefield 6, metade dos soldados são mulheres e vocè é obrigado a jogar assim. Isso quebra a imersão, onde o que predomina no som do campo de batalha é gritos espalhados de mulher fazendo com que a guerra pareça mais uma feira livre do que de fato uma batalha. Além disso, destoa das guerras modernas onde a maioria esmagadora dos soldados são homens. E sim, no battlefield 1 tinha soldado femina no exercito branco, estando HISTORICAMENTE fiel ao que ocorreu na revolução russa. Da forma que ocorre no 6 é forçado e quebra totalmente o clima. Esse para mim foi o pior aspecto do jogo e o que virou a balança para o negativo. 3. Controle dos jatos: Não sei por qual razão, sendo que não existe nada de novo no gameplay de jatos, foi mudado o esquema de controles, ficando horrível o controle. Da para editar, mas até agora não consegui deixar como nos battlefields antigos pois os botões competem entre si, de forma bem estranha. 4. Gráficos: Nessa parte o jogo se destaca positivamente. De fato esta muito bonito e estranhamente levissimo. Não sei qual mágica conseguiram fazer aqui. Conclusão: A Dice prometeu muito mas entregou pouco. Eu esperei pouco e recebi ainda menos do que eu esperei. Comprei a edição phantom, não vi nenhum diferencial que justifique o valor, e o jogo em si, não fez jus ao que se espera de um BF, mas novamente, isso já ocorre faz um tempo. Provavelmente jogarei por mais alguns dias e em breve voltarei para o Squad, talvez voltando vez ou outra para jogar com amigos. Mas se você é um fã de battlefield "raiz" como o 3 e 4, não se iluda, não é o que você encontrará aqui.
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THE LAW
Quando eu abro Battlefield 6, é como atravessar um portal para o paraíso dos jogos de guerra. A cada partida, sinto aquela mistura rara de paz e adrenalina — uma sensação que nenhum FPS moderno vinha me proporcionando há anos. Depois de tanto tempo encarando o caos tóxico e a mesmice de outros títulos, BF6 me lembrou o que é realmente amar jogar. Enquanto outros jogos do gênero parecem se esforçar pra te estressar — sim, estou olhando pra você, Call of Duty —, Battlefield 6 faz o oposto. Ele te convida pra dentro de uma experiência que é intensa, mas ao mesmo tempo orgânica e recompensadora. Cada mapa é uma pintura viva, com uma escala absurda e uma imersão sonora que beira o cinematográfico. As explosões, o eco distante dos disparos, o rugido dos tanques — tudo se encaixa de forma natural, criando aquele caos controlado que só Battlefield sabe entregar. Gráficos e Atmosfera O jogo é um espetáculo visual. O nível de detalhe é tão alto que às vezes me pego apenas observando o ambiente — o pôr do sol refletindo nos destroços, a fumaça que dança com o vento, as partículas de areia voando com cada explosão. Há uma sensação de presença, como se o campo de batalha realmente respirasse. E o melhor: essa beleza não sacrifica desempenho. Mesmo em momentos com dezenas de jogadores e veículos simultâneos, o jogo mantém fluidez e estabilidade impressionantes. Jogabilidade e Sensação de Combate A jogabilidade é onde Battlefield 6 brilha. Cada arma tem peso, cada recuo tem personalidade, e cada veículo é uma experiência por si só. O sistema de destruição dinâmica voltou com força — nada é fixo, tudo pode ruir. Você sente que está em um campo de batalha real, onde o trabalho em equipe vale mais do que reflexos rápidos. Aqui, não é sobre quem aperta o gatilho primeiro, mas quem pensa melhor em meio ao caos. Comparação com Call of Duty Se Call of Duty é hoje uma maratona de frustração, Battlefield 6 é um respiro. Enquanto o primeiro insiste em fórmulas repetitivas, microtransações sufocantes e mapas genéricos, BF6 aposta na imersão, na escala e na estratégia. Ele devolve dignidade ao gênero FPS, lembrando que guerra digital não precisa ser corrida de quem morre menos, mas sim um espetáculo de tática, coordenação e liberdade. Conclusão Battlefield 6 não é apenas um bom jogo — é um renascimento. É o ponto de equilíbrio entre o realismo brutal e o prazer de jogar. Quando desligo o PC depois de uma sessão, não sinto cansaço — sinto satisfação. E isso, pra quem já atravessou os nove círculos do inferno de certos jogos online, é quase um milagre. Em tempos em que tantos títulos parecem feitos para nos irritar, Battlefield 6 mostra que ainda existe espaço para a emoção genuína, para o caos belo e para aquela magia que só um verdadeiro campo de batalha pode oferecer.
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