brunox
Uma coisa que amo em Battlefield 6, é que o jogo não tem a pretenção de tentar reinventar a franquia: ele simplesmente melhora o que já teve de mais incrível até então. É um jogo que ouviu e entendeu o que nós, veteranos, sempre pedíamos: batalhas épicas, destruição real e uma experiência intensa. Porém, é interessante ressaltar que o jogo é muito acessível para novatos, com uma curva de aprendizado equilibrada e mecânicas muito bem explicadas, sobretudo pela campanha, um desejo antigo dos fãs mais velhos da franquia. Em minha modesta opinião, Battlefield 6 chega fortíssimo, tendo tudo para ser relembrado pelos fãs, tal como Battlefield 3 e 4. A campanha é curta, mas tem seus bons momentos, sendo divertida; o multiplayer, denso e recompensador, como sempre deveria ser; o som e a dublagem são surpreendentes; e, por fim, o visual e o desempenho do jogo estão magníficos. Para veteranos como eu, “condecorado” desde o primeiro jogo, lá em 2002, Battlefield 6 tem sido meio que uma espécie de reencontro com o melhor da franquia. Porém, pensando nos novatos, Battlefield 6 é uma excelente porta de entrada para um dos universos mais intensos dos videogames. Battlefield finalmente está de volta!
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Walter
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.
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