ronald souza
Diferente de qualquer experiência anterior, Battlefield 6 resgata a essência que consagrou a franquia: o caos orquestrado da guerra moderna. Cada explosão, cada disparo, cada avanço de blindado faz o jogador sentir o peso e o ritmo de um conflito real. É mais do que um simples jogo de tiro — é uma simulação viva do campo de batalha, onde estratégia, reflexo e trabalho em equipe se fundem em um espetáculo cinematográfico de destruição e adrenalina. A ambientação impressiona: mapas imensos, dinâmicos e detalhados que reagem às ações do jogador e às forças da natureza. Prédios desabam, tempestades alteram rotas de voo e veículos mudam o curso da luta a cada instante. A sensação é de estar realmente lá — respirando a poeira, ouvindo o som distante dos caças cortando o céu, e sentindo o impacto das decisões tomadas em frações de segundo. Graficamente impecável, o jogo atinge um novo patamar de realismo. A iluminação, o som e o comportamento dos personagens criam uma atmosfera quase palpável, onde o jogador não apenas joga — ele vive a guerra. O sistema de classes e personalização foi repensado para dar liberdade total: cada partida é uma nova história, e cada jogador, um protagonista dentro de uma narrativa imprevisível. Battlefield 6 é um convite para quem busca mais do que entretenimento. É para quem quer sentir o coração acelerar a cada respawn, ouvir o rugido dos tanques como uma orquestra de destruição e experimentar a glória e o caos da guerra moderna em sua forma mais pura. Em resumo: este não é apenas o renascimento de Battlefield — é o retorno triunfante de uma lenda. Um lembrete poderoso do porquê jogamos: para viver o impossível.
8360 pessoas acharam isso útil
bola murcha
Joguei por algumas horas. É de fato muito bom, como dizem. Então se eu gastar meu tempo a contar-lhes quão imersivos são os sons e efeitos, quão decentes são os gráficos ou quão bem otimizado é o jogo, não estaria inovando. Dessa forma, quero contar-lhes, em vez, de alguns pontos negativos, para que possam ponderar se querem ou não comprar o jogo. São três: 1) ausência de server browser; 2) existência de literalmente bots (robôs) no jogo; e 3) o trabalho intenso na CPU. 1) Ao meu ver, e você pode discordar, o server browser, ou seja, poder pesquisar e escolher o servidor no qual deseja entrar é uma das ferramentas mais importantes num jogo de tiro, por respeito à capacidade decisória e à liberdade do jogador, e também por ser responsável pela longevidade do jogo. Além de que, claro, é algo tradicional no Battlefield e o distingue, por exemplo, do Call of Duty. Na ausência do server browser, enfim, há apenas o click and play que sempre foi a regra na franquia concorrente. Muitas vezes, por conta disso, caí em servidores sem jogadores suficientes para se iniciar uma partida e, algumas vezes, esta teve de ser preenchida com robôs (o que nos leva à próxima crítica — mas segurem ainda primeiro ponto). Imaginem, então, futuramente, lá nos anos em que nem tanta gente estará jogando-o, o quão difícil será encontrar uma partida oficial, sem regras idiotas ou mapa inventado. Eu digo isso porque sim, existe um tipo de server browser, mas serve apenas para as “invenções” da comunidade. 2) Quanto aos robôs, não preciso me alongar. Compramos um jogo multiplayer exatamente para jogar contra pessoas reais. Daí que o uso de bots é inaceitável, sobretudo quando o jogo está no seu ápice — acabou de ser lançado. Ou seja, se no momento com mais jogadores vê necessidade de preencher as partidas com robôs, mesmo que sejam poucos, alguma coisa está errada na ALOCAÇÃO dos jogadores reais dentro das partidas de jogo. 3) Por fim, embora a otimização do jogo esteja excelente, o jogo é um “CPU intensive”. Fique já o aviso. Mas há um suposto problema que muitos apontaram — e do qual sofre meu computador: a CPU chega a altos níveis de uso e, no meu caso, a 100%! Isso acontece em vários tipos de configurações que se vê pela internet, desde CPUs mais fracas a mais fortes. E veja: talvez, só talvez, porque sou um leigo, seja um problema a se resolver, porque pessoas já inventaram uma solução > ao alterar, em notepad do Windows, em pasta dentro do jogo, uma configuração a respeito do uso da CPU. Assim, sem modificar a performance, e ainda, conforme alguns relatos, dando azo a menores temperaturas, houve redução do uso da CPU. Por hora minha avaliação é esta. Peço aos desenvolvedores que dêem uma olhada especialmente quanto aos pontos 1) e 2).
3264 pessoas acharam isso útil